Não limpe do seu rosto as lágrimas...
Eu farei isso por você!
Era assim que eu queria ficar
Por toda a minha vida...
Ao seu lado sempre e a qualquer custo
E mesmo que você peça para que eu me vá
Eu sempre estaria aqui, ali, só pra te entender
Te compreender quando ninguém...
Isso tudo por que você é muito
Você é tanto assim que eu não posso mostrar
Simplesmente abrindo meus braços e meu coração...
Um tanto bem grande da magia
Um punhado bem brilhante de estrelas
Uma década inteira de manhãs claras
Com o céu mais sorridente, com a brisa mais carente
Do calor dos nossos rostos e da seda de teus cabelos
É isso e muito mais que explica meus sentimentos
Então nunca me peça pra partir meu mel
Não, não baby, você é mesmo que não saiba
E não é culpa sua, nem minha
Mas você conseguiu me fazer parar no tempo
E olhar este céu que jamais será mais estrelado.
Não me culpe por me apaixonar pelo que a vida pode oferecer de bom
Por ver significado para tudo o que só era rascunho
Não há culpa para quem acha o motivo!
Você é o meu motivo...
Você é o meu milagre...o que crusou meu caminho
E não poderia ser mais perfeito...nem um acidente, nem um encontro inexperado num parque ou a coincidência de sentarmos um ao lado do outro no metrô ou na aula de japonês poderia ter feito tal fasanha....então, meu mel, o que você me diz...
Posso continuar sendo o teu eterno adorador, amante, companheiro, quarda-costas, amigo, palhaço e malabrista, seu trovador, ombro e guarda-chuva, massagista, trevasseiro, pai e chocolate, seu romance preferido, sua melhor musica, seu violino, a sua fantasia mais íntima, a sua recordação mais doce... posso ser seu?
segunda-feira, 20 de novembro de 2006
sexta-feira, 27 de outubro de 2006
Dilatado

Tudo sempre assim
E é bem assim que deve ser
Tem que ficar pra sempre...
Eu sei por que eu descobri
Descobri cada passo seu
No escuro dilatei minha pupila
Podia sentir teu cheiro
Seus medos debaixo da escada...
E você sempre me anganando
E ainda acha que me engana
Eu descobri desde quando você pensava em querer
Deixei por que você se embeleza pra mentir...
só pra me enganar
Quem é você, farçante...?
Cuidado, posso não gostar quando você parar de mentir!
quinta-feira, 7 de setembro de 2006
Roda da Fortuna
E a vida começa a girar cada vez mais devagar como se a máquina centrifugadora estivesse perdendo a sua força, ou simplesmente dando uma pausa, relaxando. Na mesma intensidade inversamente proporcional começa a aumentar na cabeça uma série de espasmos que cambaleiam os objetos de um lado à outro do juizo, do que é gosto... balanaçando-os tanto que começam a gotejar. Gotejam toda sorte de arte, toda sorte de astúcia e malícia e, por mais incrível que pareça, um tanto de coração e saudade encrustada em cada gota de coisa, fazendo-as um pouco mais sãns do que parecem ser.
Por fora de toda essa tempestade desertica que se estende dentro deste infinito submerso de sensações, um corpo segura forte para não cair e ir sempre olhando para o alto. Brinca como quando criança de vendar os olhos e sentir as coisas com as mãos, seu sexo. Ah mas como criança, não deixa de espiar pelas frestas da venda e se machuca tentando e se afogando em coisas que aparecem, só aparentam, mas o corpo quer, tem sede dessas coisas, precisa das cores em si.
Outra coisa estranha acontece então. Indo contra todo o sistema de sorte do nosso mundo parasito-humanoide, contra toda a lógica reversa sob a qual as vidas são regidas (como numa ópera sinistra) tudo que é dito e por mais de vezes comprovado Ruim não vem... o corpo pede e chama por todos esses morangos quase marcianos de tão vermelhos, pedem que os queime em seu ácido a ainda assim não acontece!!!
Nada disso se entende, tudo se contradiz e todo mundo desconfia, mas ninguém sabe, todos vêem mas olham tão pasmos que a vida parece estar parando. Mas não está, ela está cada vez mais rápida, girando tão intensamente quanto as Rodas dessa nossa Fortuna. Só saberemos o quão rápido estamos se mais rápido formos.
Este corpo então fica inerte, pega aqui pega acolá e nada sente. Ouve a prenuncia de algo que está por vir e se pergunta e pergunta aos ventos e a quem não quer ouvir o que é.
O que é? Como, pra que, será?
As respostas chegam em quadros, ladrilhos e vitrais. Nenhuma delas faz sentido, nenhuma tinha a intenção de fazer. Não; Agora!
Por fora de toda essa tempestade desertica que se estende dentro deste infinito submerso de sensações, um corpo segura forte para não cair e ir sempre olhando para o alto. Brinca como quando criança de vendar os olhos e sentir as coisas com as mãos, seu sexo. Ah mas como criança, não deixa de espiar pelas frestas da venda e se machuca tentando e se afogando em coisas que aparecem, só aparentam, mas o corpo quer, tem sede dessas coisas, precisa das cores em si.
Outra coisa estranha acontece então. Indo contra todo o sistema de sorte do nosso mundo parasito-humanoide, contra toda a lógica reversa sob a qual as vidas são regidas (como numa ópera sinistra) tudo que é dito e por mais de vezes comprovado Ruim não vem... o corpo pede e chama por todos esses morangos quase marcianos de tão vermelhos, pedem que os queime em seu ácido a ainda assim não acontece!!!
Nada disso se entende, tudo se contradiz e todo mundo desconfia, mas ninguém sabe, todos vêem mas olham tão pasmos que a vida parece estar parando. Mas não está, ela está cada vez mais rápida, girando tão intensamente quanto as Rodas dessa nossa Fortuna. Só saberemos o quão rápido estamos se mais rápido formos.
Este corpo então fica inerte, pega aqui pega acolá e nada sente. Ouve a prenuncia de algo que está por vir e se pergunta e pergunta aos ventos e a quem não quer ouvir o que é.
O que é? Como, pra que, será?
As respostas chegam em quadros, ladrilhos e vitrais. Nenhuma delas faz sentido, nenhuma tinha a intenção de fazer. Não; Agora!
terça-feira, 29 de agosto de 2006
Guri
Corre guri,
Corre então e começa a pensar no seu futuro
Que já é tão presente quanto o passado...
Corre por entre todos
Corre dentro de si mesmo
Ele sente a brisa e se deixa levar
A areia corre sob seus pés
Massageia e entra entre seus dedos pequenos
Ele flutua sobre tudo que é...
Fica sempre assim guri, fica
Seja feliz e pensa em tudo
Pensa no quanto isso é nada, pode ser nada
Brinca com a vida, esse não é um jogo só pra um!
Leva tudo que encontar no caminho
Cada cor de vento, cada cheiro de tempo
Entra sempre em você e se descobre
Mas não esquece que você se encontrará mais nos outros...
Ihh essa é uma longa história
E pena, só você pode descobrir.
Aprende a falar tudo
Mas fala nada não, só olha, ouve!
Diz muito Bom Dia!...Tenho Saudades...Desculpe-me...Te amo!
Continua guri,
Continua que eu te espero...
Corre então e começa a pensar no seu futuro
Que já é tão presente quanto o passado...
Corre por entre todos
Corre dentro de si mesmo
Ele sente a brisa e se deixa levar
A areia corre sob seus pés
Massageia e entra entre seus dedos pequenos
Ele flutua sobre tudo que é...
Fica sempre assim guri, fica
Seja feliz e pensa em tudo
Pensa no quanto isso é nada, pode ser nada
Brinca com a vida, esse não é um jogo só pra um!
Leva tudo que encontar no caminho
Cada cor de vento, cada cheiro de tempo
Entra sempre em você e se descobre
Mas não esquece que você se encontrará mais nos outros...
Ihh essa é uma longa história
E pena, só você pode descobrir.
Aprende a falar tudo
Mas fala nada não, só olha, ouve!
Diz muito Bom Dia!...Tenho Saudades...Desculpe-me...Te amo!
Continua guri,
Continua que eu te espero...
sábado, 26 de agosto de 2006
Saudade
Eu poderia dizer um bocado de coisas
Mas não posso
não posso por que não as conheço.
O que eu conheço é tão pouco
Mal encheria uma página.
Eu só sei que tenho saudades
E o que é que a saudade não é capaz de fazer?
A saudade, irmã íntima do amor
Tão poderosa quanto, é capaz das piores maldades
Eu a tenho comigo.
Dorme ao meu lado todos os dias, a saudade.
Na rua, segura minha mão e no cinema
Cochicha palavras no meu ouvido, baixinho.
Posso ouvir os seus suspiros, errepiam-me
Aceleram meu coração, congelam minhas mãos.
Ela não quer ir embora; não consigo mandá-la
Já te procurei e você sabe que esta é a única
Sim, a única forma de que disponho para me livrar...
Sabes que você e ela não podem estar no mesmo lugar
É contra a ciência!!!
Assim, com esta presença ao meu lado
Não posso, não consigo, não me deixo
Conhecer as coisas
E então eu poderia dizer um bocado de coisas
Mas não posso
não posso por que não me deixas.
Mas não posso
não posso por que não as conheço.
O que eu conheço é tão pouco
Mal encheria uma página.
Eu só sei que tenho saudades
E o que é que a saudade não é capaz de fazer?
A saudade, irmã íntima do amor
Tão poderosa quanto, é capaz das piores maldades
Eu a tenho comigo.
Dorme ao meu lado todos os dias, a saudade.
Na rua, segura minha mão e no cinema
Cochicha palavras no meu ouvido, baixinho.
Posso ouvir os seus suspiros, errepiam-me
Aceleram meu coração, congelam minhas mãos.
Ela não quer ir embora; não consigo mandá-la
Já te procurei e você sabe que esta é a única
Sim, a única forma de que disponho para me livrar...
Sabes que você e ela não podem estar no mesmo lugar
É contra a ciência!!!
Assim, com esta presença ao meu lado
Não posso, não consigo, não me deixo
Conhecer as coisas
E então eu poderia dizer um bocado de coisas
Mas não posso
não posso por que não me deixas.
Folhas
As folhas caiam
Elas caem sempre
Querem cair e caem.
E então novas folhas surgem
Para que um dia queiram cair
Então elas também caem.
Eu queria ser uma folha
E poder querer cair
Sem precisar ficar triste
Sem que me vejam como único
Queria poder ser substituido
Por alguma folha melhor, mais verde!
Queria poder no outono cair...
Ser naqueles segundos infinitos livre
Ver que valeu a pena viver
Só para ter aqueles sgundos
Enquanto viajo entre meu velho galho
E meu novo chão
Seria então: Livre!
Elas caem sempre
Querem cair e caem.
E então novas folhas surgem
Para que um dia queiram cair
Então elas também caem.
Eu queria ser uma folha
E poder querer cair
Sem precisar ficar triste
Sem que me vejam como único
Queria poder ser substituido
Por alguma folha melhor, mais verde!
Queria poder no outono cair...
Ser naqueles segundos infinitos livre
Ver que valeu a pena viver
Só para ter aqueles sgundos
Enquanto viajo entre meu velho galho
E meu novo chão
Seria então: Livre!
sábado, 12 de agosto de 2006
Pétalas amarelas, palavras negras...
As pétalas amarelas que te dei
Um dia foram, hoje são, amanhã...
Escritas sobre elas, palavras negras
Como os fios que se embaraçam em meu coração
Todos eles soando triste, cada um uma canção.
Me fazendo escrever versos...
Todos negros
Em pétalas amarelas, douradas, ilusão.
Eu só queria era
Continuar dilatando minhas pupilas
No escuro dos teus cabelos
No profundo dos teus olhos
No mistério do teu ser!
Eu queria era me deixar queimar pela febre que me causaste
Mas só pra te ter mais perto
Pra te ter cuidando de mim...
Não quero essa dor se não tenho a ti
Causaste o mal e foste embora
Nem se quer me curou, muito menos me matou...
Me deixou neste estado de meio, metade, de continuação...
De algo que nunca acontecerá...
O que me resta são os versos pobres que escrevo
E quando os escrevo me lembro da miséria de amar
E da furiosa seringa da paixão...
Me lembro de ser um ser humano como todos
E de ser vítima desse mal impertinente
Dessa droga que não sara, só se esconde dentro, dentro de não sei onde
E que nos consome a mente, tira a razão, dúbia...
Obscura, ahhh arte da trevas...
Obrigado por me fazer ver que sou o mesmo pó
Que vim da mesma merda que todos...
Oh que felicidade, oh que novidade,
Sou a porra de um Humano miserável heheheheh!
Um dia foram, hoje são, amanhã...
Escritas sobre elas, palavras negras
Como os fios que se embaraçam em meu coração
Todos eles soando triste, cada um uma canção.
Me fazendo escrever versos...
Todos negros
Em pétalas amarelas, douradas, ilusão.
Eu só queria era
Continuar dilatando minhas pupilas
No escuro dos teus cabelos
No profundo dos teus olhos
No mistério do teu ser!
Eu queria era me deixar queimar pela febre que me causaste
Mas só pra te ter mais perto
Pra te ter cuidando de mim...
Não quero essa dor se não tenho a ti
Causaste o mal e foste embora
Nem se quer me curou, muito menos me matou...
Me deixou neste estado de meio, metade, de continuação...
De algo que nunca acontecerá...
O que me resta são os versos pobres que escrevo
E quando os escrevo me lembro da miséria de amar
E da furiosa seringa da paixão...
Me lembro de ser um ser humano como todos
E de ser vítima desse mal impertinente
Dessa droga que não sara, só se esconde dentro, dentro de não sei onde
E que nos consome a mente, tira a razão, dúbia...
Obscura, ahhh arte da trevas...
Obrigado por me fazer ver que sou o mesmo pó
Que vim da mesma merda que todos...
Oh que felicidade, oh que novidade,
Sou a porra de um Humano miserável heheheheh!
quarta-feira, 28 de junho de 2006
DaNçaMuçaDaN
A vida está sempre mudando...
É uma curva
Daquelas bem fechadas
E que puxa a agente bem pro lado...
Ela não para
Não pode parar...
Então tudo passa
Tudo sempre sai do lugar...
Eis-me aqui nesta curva
Já to tonto, querendo enjoar...
O que acontece se eu me jogar?
É uma curva
Daquelas bem fechadas
E que puxa a agente bem pro lado...
Ela não para
Não pode parar...
Então tudo passa
Tudo sempre sai do lugar...
Eis-me aqui nesta curva
Já to tonto, querendo enjoar...
O que acontece se eu me jogar?
quinta-feira, 8 de junho de 2006
Nada mais surreal (do) que a realidade...Quanta loucura!
Quando as flores murcharem...
Quando o sol escurecer...
Quando as coisas ficarem ruins...
Só pode significar uma coisa:
Que as flores estão velhas;
Que vai chover,
E que, putz, tu ta ferrado!
(Pô, um dia a flor morre...
Se num chove, olha a fome aí!
E se as coisas não pioram
Como é que a gente sabe quando é que ta bom?)
Quando o sol escurecer...
Quando as coisas ficarem ruins...
Só pode significar uma coisa:
Que as flores estão velhas;
Que vai chover,
E que, putz, tu ta ferrado!
(Pô, um dia a flor morre...
Se num chove, olha a fome aí!
E se as coisas não pioram
Como é que a gente sabe quando é que ta bom?)
quarta-feira, 24 de maio de 2006
Vendas...
As coisas mudaram repentinamente de direção. Tudo que era incerto ganhou um ar de certeza tão sinuoso quanto a beira de um abismo, o qual não sei a profundidade e que, não se sabe, o que no fundo habita.
Sabe-se que o tempo deve ser aproveitado...cada minuto como se fosse o ultimo, sentindo todas as sensações e pensar, só no que não exclue emoções, só nos mais doces palpitares cardíacos...
Sabe-se que o tempo deve ser aproveitado...cada minuto como se fosse o ultimo, sentindo todas as sensações e pensar, só no que não exclue emoções, só nos mais doces palpitares cardíacos...
quinta-feira, 11 de maio de 2006
Como?
Eu só queria saber como se faz pra matar uma mal não material, tipo... o amor? É, ele mesmo. Como se mata o amor e qualquer uma de suas adjacências dolorosas, tipo...a paixão? É, ela também!
quarta-feira, 19 de abril de 2006
sábado, 8 de abril de 2006
Amor, inveja, culpa...
Amo tudo que não tenho
Tudo que não vejo em mim invejo
Sim, toda beleza que de mim foge
Amo.
Toda a sabedoria que tira - me os pés do chão
Invejo.
Há então nisso prova maior
De que nem sou Deus
Muito menos sou demônio
Existem essas singularidades iguais
Em mim e em ti (que lê)
Essa mesquinhez humana
Que deseja, o quanto mais eu...
Que inveja, o quanto menos o outro...
Há prova de que em tudo existe o nosso amor
Em todas as nossas atitudes
Nossa admiração...nossa devoção...
Nossa...Minha...a de te culpar
Lavando minhas mãos com a mesma lama que te sujo.
Tudo que não vejo em mim invejo
Sim, toda beleza que de mim foge
Amo.
Toda a sabedoria que tira - me os pés do chão
Invejo.
Há então nisso prova maior
De que nem sou Deus
Muito menos sou demônio
Existem essas singularidades iguais
Em mim e em ti (que lê)
Essa mesquinhez humana
Que deseja, o quanto mais eu...
Que inveja, o quanto menos o outro...
Há prova de que em tudo existe o nosso amor
Em todas as nossas atitudes
Nossa admiração...nossa devoção...
Nossa...Minha...a de te culpar
Lavando minhas mãos com a mesma lama que te sujo.
sexta-feira, 7 de abril de 2006
Suma!
Enquanto virava a esquina
Toda minha vida mudava...
Todos os ponteiros voltavam
Mas nem tudo se concerta.
Nem tudo volta...
Você não voltou e se voltasse
Faria -me um pouquinho mais infeliz
Meu amor, por que você não morre?!!
Por que você precisou existir?
Você é...sem palavras.
Abri meus olhos e me vi mais em você
Do que em mim
ME PERDI!!!
Então, por que você não some?
Mas olha, antes de sumir, dá pra me achar de volta?
Obrigado e vá pra PQP!
Toda minha vida mudava...
Todos os ponteiros voltavam
Mas nem tudo se concerta.
Nem tudo volta...
Você não voltou e se voltasse
Faria -me um pouquinho mais infeliz
Meu amor, por que você não morre?!!
Por que você precisou existir?
Você é...sem palavras.
Abri meus olhos e me vi mais em você
Do que em mim
ME PERDI!!!
Então, por que você não some?
Mas olha, antes de sumir, dá pra me achar de volta?
Obrigado e vá pra PQP!
E se...
E se te falar?
E se te pedir?
E se te ignorar?
E se implorar?
E se só te olhar?
E se te tocar enquanto te olho?
E se ao te tocar eu suspiro?
E se ao suspirar dizer coisas?
E se essas coisas são ditas ao pé do ouvido?
E se essas coisas ditas ao pé do ouvido forem "Te quero"?
E se além de "Te quero" eu te disser "Pra sempre"?
E se trocar o "Te quero" por "Te amo"?
E se ao invés de ao pé do ouvido for de pé na mesa?
E se ao contrário da mesa, for na cama?
E se na cama não disser, fizer?
E se não conseguir fazer, vale voltar pra parte do suspiro?
O importante não é o tamanho do arco do violinista e sim sua virtuosidade com ele!
E se te pedir?
E se te ignorar?
E se implorar?
E se só te olhar?
E se te tocar enquanto te olho?
E se ao te tocar eu suspiro?
E se ao suspirar dizer coisas?
E se essas coisas são ditas ao pé do ouvido?
E se essas coisas ditas ao pé do ouvido forem "Te quero"?
E se além de "Te quero" eu te disser "Pra sempre"?
E se trocar o "Te quero" por "Te amo"?
E se ao invés de ao pé do ouvido for de pé na mesa?
E se ao contrário da mesa, for na cama?
E se na cama não disser, fizer?
E se não conseguir fazer, vale voltar pra parte do suspiro?
O importante não é o tamanho do arco do violinista e sim sua virtuosidade com ele!
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