Ainda sinto os teus cabelos
Correm entre meus dedos
Que a tua nuca acariciam
Tão solitários os meus dedos...
Tão areia os teus cabelos....
Escorrendo entre cada linha
Entre cada veia, entre cada sina
Entre meu desejo de não desgrudar mais
A minha boca da sua.
Tua boca é outro elemento
jamais areia...Oásis!
terça-feira, 21 de agosto de 2007
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
ZZZzzzzZzzZzzzzzzZzzZZZZZzzzzzZZzzzzZZzzZz
Não poderia falar muita coisa sobre coisa alguma sendo eu o Mister Tédio, ou se preferir, Dom Faz Nada I.
O que é de costume sair dessa macabeça (que começo a me perguntar se não é de papelão) são idéias de sonhos (reparem bem, idéias e não sonhos propriamente ditos), pensamentos ingênuos, sons malucos e esquizofrenicos, suspiros de genialidade e alguma coisa lembrando um gatinho otimista que sempre acha que vai ter uma tigela de leite esperando atrás da terceira porta a direita do banheiro.
Infelizmente na madrugada de hoje (pois agora são 2:24 da madruga) e por esses dias rodeiam minha macabeça mosquitos nada interessantes. Imagine que essas pequenas criaturas de pouca vida (embora periodicamente presentes) conseguiram tirar daqui de dentro coisas que me são um tanto valiosas, não pelo seu valor material mas sabe, sentimental ( sou meio besta com essas coisas). Passei toda a ultima semana atrás desse meu felino que custa a aparecer....já ate começo a pensar que foram essas danadinhas que me tiraram o bichano.
Com isso, o que tenho pra dizer, ou melhor, o que se pode ouvir quando se aproxima da minha macabeça, e claro, se presta um pouco de atenção, é o eco ( que tem me parecido interminável) gosmento e ininterrupto de ZzzzZZZzzzZzzZZzzzzZZzzZzZzZ...
Tenho esperado que mais uma vez um velho doutor amigo meu venha me visitar. Ele sempre sabe dar um jeito nessas loucuras que acontecem com pessoas como eu, pessoas com baixa imunidade neural. As vezes ele sara por completo, outras ele troca uma doença por outra um pouco menos desagradável...tem vezes que ele até consegue combater uma doença com outra que estava escondida, mas uma coisa é certa: O Doutor T. Ime sempre resolve os problemas do seu jeito. Pena que não dá pra saber quanto tempo ele demora a vir ou quanto tempo o tratamento durará.
Até lá, não sei se eu posso ou você pode esperar muito de mim...até lá posso não me reconhecer em frente ao espelho, posso não te reconhecer se me cumprimentar, posso me mostrar amigo demais ou um inimigo surpresa.
Então pessoal, é o seguinte, até eu conseguir o meu bichano de volta, tenham paciência!
O que é de costume sair dessa macabeça (que começo a me perguntar se não é de papelão) são idéias de sonhos (reparem bem, idéias e não sonhos propriamente ditos), pensamentos ingênuos, sons malucos e esquizofrenicos, suspiros de genialidade e alguma coisa lembrando um gatinho otimista que sempre acha que vai ter uma tigela de leite esperando atrás da terceira porta a direita do banheiro.
Infelizmente na madrugada de hoje (pois agora são 2:24 da madruga) e por esses dias rodeiam minha macabeça mosquitos nada interessantes. Imagine que essas pequenas criaturas de pouca vida (embora periodicamente presentes) conseguiram tirar daqui de dentro coisas que me são um tanto valiosas, não pelo seu valor material mas sabe, sentimental ( sou meio besta com essas coisas). Passei toda a ultima semana atrás desse meu felino que custa a aparecer....já ate começo a pensar que foram essas danadinhas que me tiraram o bichano.
Com isso, o que tenho pra dizer, ou melhor, o que se pode ouvir quando se aproxima da minha macabeça, e claro, se presta um pouco de atenção, é o eco ( que tem me parecido interminável) gosmento e ininterrupto de ZzzzZZZzzzZzzZZzzzzZZzzZzZzZ...
Tenho esperado que mais uma vez um velho doutor amigo meu venha me visitar. Ele sempre sabe dar um jeito nessas loucuras que acontecem com pessoas como eu, pessoas com baixa imunidade neural. As vezes ele sara por completo, outras ele troca uma doença por outra um pouco menos desagradável...tem vezes que ele até consegue combater uma doença com outra que estava escondida, mas uma coisa é certa: O Doutor T. Ime sempre resolve os problemas do seu jeito. Pena que não dá pra saber quanto tempo ele demora a vir ou quanto tempo o tratamento durará.
Até lá, não sei se eu posso ou você pode esperar muito de mim...até lá posso não me reconhecer em frente ao espelho, posso não te reconhecer se me cumprimentar, posso me mostrar amigo demais ou um inimigo surpresa.
Então pessoal, é o seguinte, até eu conseguir o meu bichano de volta, tenham paciência!
Windows Vista!
É de versos e reversos
Que tenho escrito meus pensamentos
Todos viajantes clandestinos nessa minha cabeça fraca.
Chamas laranjas lânguidas lambem o que me resta
E todas as minhas melhores intenções egoístas se esgotam
Nesse sensual ritual de tortura sequênciada.
Tenho firmes em meus seios a carga viril de mil sonhos
Mas cada um deles falha, impotentizam-me
Vocês me olham sem olhar seus olhares mais justamente sórdidos.
É enquanto me debato contra essa janela da salvação
Que todas as minhas astúcias se esvaem num som rancoroso e mórbido
É enquanto me viro pra pegar minha bagagem
Que caio de boca nessa imensa lata de lixo, boca felina
É enquanto tento encaixar meu globos oculares
Que deixo esfarelar meu coração por entre essas costelas magras...
Que tenho escrito meus pensamentos
Todos viajantes clandestinos nessa minha cabeça fraca.
Chamas laranjas lânguidas lambem o que me resta
E todas as minhas melhores intenções egoístas se esgotam
Nesse sensual ritual de tortura sequênciada.
Tenho firmes em meus seios a carga viril de mil sonhos
Mas cada um deles falha, impotentizam-me
Vocês me olham sem olhar seus olhares mais justamente sórdidos.
É enquanto me debato contra essa janela da salvação
Que todas as minhas astúcias se esvaem num som rancoroso e mórbido
É enquanto me viro pra pegar minha bagagem
Que caio de boca nessa imensa lata de lixo, boca felina
É enquanto tento encaixar meu globos oculares
Que deixo esfarelar meu coração por entre essas costelas magras...
domingo, 1 de julho de 2007
Eu ja cansei de me perguntar
Milhões de vezes fiz perguntas ao vento
Perguntei aos céus e nada descobri
Perguntava por onde e quando entrastes nesse mundo
Tú que és a estrela que mais ilumina!
Como pode ter tão certas suas decisões
Como pode me surpreender sempre e me fazer tão feliz?
Como consegue me fazer esquecer coisas só pensando em você
Que se torna mais importante?
Deixo de ser ator...faço meu melhor papel....o de mim mesmo
Você me descobriu...me ajuda a relembrar minhas falas?
Milhões de vezes fiz perguntas ao vento
Perguntei aos céus e nada descobri
Perguntava por onde e quando entrastes nesse mundo
Tú que és a estrela que mais ilumina!
Como pode ter tão certas suas decisões
Como pode me surpreender sempre e me fazer tão feliz?
Como consegue me fazer esquecer coisas só pensando em você
Que se torna mais importante?
Deixo de ser ator...faço meu melhor papel....o de mim mesmo
Você me descobriu...me ajuda a relembrar minhas falas?
sexta-feira, 22 de junho de 2007
O que dizer?
Então, não fazia idéia de quanto tempo não postava nada aqui, só me dei conta quando loguei e vi a mensagenzinha dizendo que o ultimo post datava do mes 1, pode?
Não sei nem o que dizer, só sei que tenho andado muito fora...não, não é nada disso...não tenho viajado o mundo inteiro conhecendo novas culturas e pessoas não (quem me dera!). Tenho andado bastate fora do que um dia pensei ser Eu Mesmo. Ai vc ja viu né? Pensamentos voando pra todo lado, dores em medidas homeopáticas, rachaduras e remendos em partes importantes do meu sistema homo sapiens e no fim, muita fumaça (cuidado, onde há fumaça, há fogo! - - hehe e é mesmo, estou numa nova versão, a tal da Pirofágica!).
Aí andei pensando que, colocar alguma coisa aqui, pra se acaso alguém um dia errar um endereço de um site japa, seria legal e as pessoas poderiam constatar que eu ainda não morri! É, por que, uma pessoa que tem um blog e fica mais de 5 meses sem postar nada só pode estar morta ou criou um sério disturbio cerebral, mas enfim....I´m still here!
Seeya!!!
Não sei nem o que dizer, só sei que tenho andado muito fora...não, não é nada disso...não tenho viajado o mundo inteiro conhecendo novas culturas e pessoas não (quem me dera!). Tenho andado bastate fora do que um dia pensei ser Eu Mesmo. Ai vc ja viu né? Pensamentos voando pra todo lado, dores em medidas homeopáticas, rachaduras e remendos em partes importantes do meu sistema homo sapiens e no fim, muita fumaça (cuidado, onde há fumaça, há fogo! - - hehe e é mesmo, estou numa nova versão, a tal da Pirofágica!).
Aí andei pensando que, colocar alguma coisa aqui, pra se acaso alguém um dia errar um endereço de um site japa, seria legal e as pessoas poderiam constatar que eu ainda não morri! É, por que, uma pessoa que tem um blog e fica mais de 5 meses sem postar nada só pode estar morta ou criou um sério disturbio cerebral, mas enfim....I´m still here!
Seeya!!!
quinta-feira, 25 de janeiro de 2007
You´ll never belong there again...
Total não-pertencimento
Esse era o sentimento.
Coisas por fazer
Olheiras, um ensaio de lágrima nos olhos
E um passado cheio de coisas boas
Que faziam com que o presente fosse o mais desagradável...
A dor de não fazer mais parte não poderia ser mais real
Toda a felicidade vivida jamais poderia ser mais ausente
E enquantos os fios de cabelo caiam
Todo um sistema se esvaia com eles
Um pouquinho em cada fio...
A lua sempre vai nos surpreender aparecendo um pouco antes da luz do sol nos deixar
Ela jamais perdeu as esperanças de um dia reencontrar luã
Até aí o passado castiga
Enchendo-lhe o brilho de crateras...
Ele nunca nos deixará livres para voltar
Por que não somos os mesmos...não aqueles...
Hoje sou o corpo morto de meu vívido passado.
É a mim que os vermes devoram.
Átila (no mundo da Lua e de Luã)
Esse era o sentimento.
Coisas por fazer
Olheiras, um ensaio de lágrima nos olhos
E um passado cheio de coisas boas
Que faziam com que o presente fosse o mais desagradável...
A dor de não fazer mais parte não poderia ser mais real
Toda a felicidade vivida jamais poderia ser mais ausente
E enquantos os fios de cabelo caiam
Todo um sistema se esvaia com eles
Um pouquinho em cada fio...
A lua sempre vai nos surpreender aparecendo um pouco antes da luz do sol nos deixar
Ela jamais perdeu as esperanças de um dia reencontrar luã
Até aí o passado castiga
Enchendo-lhe o brilho de crateras...
Ele nunca nos deixará livres para voltar
Por que não somos os mesmos...não aqueles...
Hoje sou o corpo morto de meu vívido passado.
É a mim que os vermes devoram.
Átila (no mundo da Lua e de Luã)
sexta-feira, 15 de dezembro de 2006
Chapter 1
As mãos se encontraram no exato momento em que a estrela cadente foi percebida, desenhando no céu com sua luz mágica. Para aqueles dois, que nunca haviam se visto antes, a noite estava linda, serena e tudo não poderia ser mais perfeito.
Nenhuma palavra poderia expressar coisa alguma... só sua postura, de ter os olhos vidrados no céu refletindo o brilho das estrelas era suficiente.
Será que eu poderia fazer um pedido agora? É, tem que ser agora...mas quantas pessoas também viram essa estrela cadente e fizeram um pedido? Ah, isso não importa, afinal, é uma estrela cadente, deve ter poder suficiente para realizar milhares de desejos...será que poderá realizar o meu?
Então esse é o meu desejo: Quero que esse cara seja simplesmente feliz!
Nenhuma palavra poderia expressar coisa alguma... só sua postura, de ter os olhos vidrados no céu refletindo o brilho das estrelas era suficiente.
Será que eu poderia fazer um pedido agora? É, tem que ser agora...mas quantas pessoas também viram essa estrela cadente e fizeram um pedido? Ah, isso não importa, afinal, é uma estrela cadente, deve ter poder suficiente para realizar milhares de desejos...será que poderá realizar o meu?
Então esse é o meu desejo: Quero que esse cara seja simplesmente feliz!
quarta-feira, 13 de dezembro de 2006
Do I?
O QUE PRECISAMOS É QUE ALGUÉM PRECISE DE NÓS!
No nosso intimo ansiamos por esse poder de TER um dependente e nunca ser UM! Saber que aquela outra vida é, em parte, nossa propriedade (pois não existiria sem nós) é o que vai conduzir de forma plástica e flexivel a nossa jornada. Até quem não tem nenhum dependente, depende de si mesmo e se explora. E quando esse dependente se deixa, aquele que detem tal poder o explora e se sente satisfeito por poder ou não decidir qualquer coisa que seja na vida do outro e ver como o outro segue como um cãozinho bobo. Nesse ponto já é facil identificar que quem realmente depende é quem tem dependentes...nunca conseguiria viver sem eles... Nesse lance todo não dá pra dizer quem é e quem não é, qual a sociedade que tem o maior percentual de um ou de outro e etc...Todos somos, ninguém escapa! Me responda só uma coisa: De quantos você depende e quantos dependem de você? Pensar e constatar isso meu amigo, pode, inevitavelmente, te fazer uma pessoa mais feliz ou miserável. Pense nisto, ou melhor, faça seus dependentes não pensarem!
segunda-feira, 20 de novembro de 2006
Ei...!
Não limpe do seu rosto as lágrimas...
Eu farei isso por você!
Era assim que eu queria ficar
Por toda a minha vida...
Ao seu lado sempre e a qualquer custo
E mesmo que você peça para que eu me vá
Eu sempre estaria aqui, ali, só pra te entender
Te compreender quando ninguém...
Isso tudo por que você é muito
Você é tanto assim que eu não posso mostrar
Simplesmente abrindo meus braços e meu coração...
Um tanto bem grande da magia
Um punhado bem brilhante de estrelas
Uma década inteira de manhãs claras
Com o céu mais sorridente, com a brisa mais carente
Do calor dos nossos rostos e da seda de teus cabelos
É isso e muito mais que explica meus sentimentos
Então nunca me peça pra partir meu mel
Não, não baby, você é mesmo que não saiba
E não é culpa sua, nem minha
Mas você conseguiu me fazer parar no tempo
E olhar este céu que jamais será mais estrelado.
Não me culpe por me apaixonar pelo que a vida pode oferecer de bom
Por ver significado para tudo o que só era rascunho
Não há culpa para quem acha o motivo!
Você é o meu motivo...
Você é o meu milagre...o que crusou meu caminho
E não poderia ser mais perfeito...nem um acidente, nem um encontro inexperado num parque ou a coincidência de sentarmos um ao lado do outro no metrô ou na aula de japonês poderia ter feito tal fasanha....então, meu mel, o que você me diz...
Posso continuar sendo o teu eterno adorador, amante, companheiro, quarda-costas, amigo, palhaço e malabrista, seu trovador, ombro e guarda-chuva, massagista, trevasseiro, pai e chocolate, seu romance preferido, sua melhor musica, seu violino, a sua fantasia mais íntima, a sua recordação mais doce... posso ser seu?
Eu farei isso por você!
Era assim que eu queria ficar
Por toda a minha vida...
Ao seu lado sempre e a qualquer custo
E mesmo que você peça para que eu me vá
Eu sempre estaria aqui, ali, só pra te entender
Te compreender quando ninguém...
Isso tudo por que você é muito
Você é tanto assim que eu não posso mostrar
Simplesmente abrindo meus braços e meu coração...
Um tanto bem grande da magia
Um punhado bem brilhante de estrelas
Uma década inteira de manhãs claras
Com o céu mais sorridente, com a brisa mais carente
Do calor dos nossos rostos e da seda de teus cabelos
É isso e muito mais que explica meus sentimentos
Então nunca me peça pra partir meu mel
Não, não baby, você é mesmo que não saiba
E não é culpa sua, nem minha
Mas você conseguiu me fazer parar no tempo
E olhar este céu que jamais será mais estrelado.
Não me culpe por me apaixonar pelo que a vida pode oferecer de bom
Por ver significado para tudo o que só era rascunho
Não há culpa para quem acha o motivo!
Você é o meu motivo...
Você é o meu milagre...o que crusou meu caminho
E não poderia ser mais perfeito...nem um acidente, nem um encontro inexperado num parque ou a coincidência de sentarmos um ao lado do outro no metrô ou na aula de japonês poderia ter feito tal fasanha....então, meu mel, o que você me diz...
Posso continuar sendo o teu eterno adorador, amante, companheiro, quarda-costas, amigo, palhaço e malabrista, seu trovador, ombro e guarda-chuva, massagista, trevasseiro, pai e chocolate, seu romance preferido, sua melhor musica, seu violino, a sua fantasia mais íntima, a sua recordação mais doce... posso ser seu?
sexta-feira, 27 de outubro de 2006
Dilatado

Tudo sempre assim
E é bem assim que deve ser
Tem que ficar pra sempre...
Eu sei por que eu descobri
Descobri cada passo seu
No escuro dilatei minha pupila
Podia sentir teu cheiro
Seus medos debaixo da escada...
E você sempre me anganando
E ainda acha que me engana
Eu descobri desde quando você pensava em querer
Deixei por que você se embeleza pra mentir...
só pra me enganar
Quem é você, farçante...?
Cuidado, posso não gostar quando você parar de mentir!
quinta-feira, 7 de setembro de 2006
Roda da Fortuna
E a vida começa a girar cada vez mais devagar como se a máquina centrifugadora estivesse perdendo a sua força, ou simplesmente dando uma pausa, relaxando. Na mesma intensidade inversamente proporcional começa a aumentar na cabeça uma série de espasmos que cambaleiam os objetos de um lado à outro do juizo, do que é gosto... balanaçando-os tanto que começam a gotejar. Gotejam toda sorte de arte, toda sorte de astúcia e malícia e, por mais incrível que pareça, um tanto de coração e saudade encrustada em cada gota de coisa, fazendo-as um pouco mais sãns do que parecem ser.
Por fora de toda essa tempestade desertica que se estende dentro deste infinito submerso de sensações, um corpo segura forte para não cair e ir sempre olhando para o alto. Brinca como quando criança de vendar os olhos e sentir as coisas com as mãos, seu sexo. Ah mas como criança, não deixa de espiar pelas frestas da venda e se machuca tentando e se afogando em coisas que aparecem, só aparentam, mas o corpo quer, tem sede dessas coisas, precisa das cores em si.
Outra coisa estranha acontece então. Indo contra todo o sistema de sorte do nosso mundo parasito-humanoide, contra toda a lógica reversa sob a qual as vidas são regidas (como numa ópera sinistra) tudo que é dito e por mais de vezes comprovado Ruim não vem... o corpo pede e chama por todos esses morangos quase marcianos de tão vermelhos, pedem que os queime em seu ácido a ainda assim não acontece!!!
Nada disso se entende, tudo se contradiz e todo mundo desconfia, mas ninguém sabe, todos vêem mas olham tão pasmos que a vida parece estar parando. Mas não está, ela está cada vez mais rápida, girando tão intensamente quanto as Rodas dessa nossa Fortuna. Só saberemos o quão rápido estamos se mais rápido formos.
Este corpo então fica inerte, pega aqui pega acolá e nada sente. Ouve a prenuncia de algo que está por vir e se pergunta e pergunta aos ventos e a quem não quer ouvir o que é.
O que é? Como, pra que, será?
As respostas chegam em quadros, ladrilhos e vitrais. Nenhuma delas faz sentido, nenhuma tinha a intenção de fazer. Não; Agora!
Por fora de toda essa tempestade desertica que se estende dentro deste infinito submerso de sensações, um corpo segura forte para não cair e ir sempre olhando para o alto. Brinca como quando criança de vendar os olhos e sentir as coisas com as mãos, seu sexo. Ah mas como criança, não deixa de espiar pelas frestas da venda e se machuca tentando e se afogando em coisas que aparecem, só aparentam, mas o corpo quer, tem sede dessas coisas, precisa das cores em si.
Outra coisa estranha acontece então. Indo contra todo o sistema de sorte do nosso mundo parasito-humanoide, contra toda a lógica reversa sob a qual as vidas são regidas (como numa ópera sinistra) tudo que é dito e por mais de vezes comprovado Ruim não vem... o corpo pede e chama por todos esses morangos quase marcianos de tão vermelhos, pedem que os queime em seu ácido a ainda assim não acontece!!!
Nada disso se entende, tudo se contradiz e todo mundo desconfia, mas ninguém sabe, todos vêem mas olham tão pasmos que a vida parece estar parando. Mas não está, ela está cada vez mais rápida, girando tão intensamente quanto as Rodas dessa nossa Fortuna. Só saberemos o quão rápido estamos se mais rápido formos.
Este corpo então fica inerte, pega aqui pega acolá e nada sente. Ouve a prenuncia de algo que está por vir e se pergunta e pergunta aos ventos e a quem não quer ouvir o que é.
O que é? Como, pra que, será?
As respostas chegam em quadros, ladrilhos e vitrais. Nenhuma delas faz sentido, nenhuma tinha a intenção de fazer. Não; Agora!
terça-feira, 29 de agosto de 2006
Guri
Corre guri,
Corre então e começa a pensar no seu futuro
Que já é tão presente quanto o passado...
Corre por entre todos
Corre dentro de si mesmo
Ele sente a brisa e se deixa levar
A areia corre sob seus pés
Massageia e entra entre seus dedos pequenos
Ele flutua sobre tudo que é...
Fica sempre assim guri, fica
Seja feliz e pensa em tudo
Pensa no quanto isso é nada, pode ser nada
Brinca com a vida, esse não é um jogo só pra um!
Leva tudo que encontar no caminho
Cada cor de vento, cada cheiro de tempo
Entra sempre em você e se descobre
Mas não esquece que você se encontrará mais nos outros...
Ihh essa é uma longa história
E pena, só você pode descobrir.
Aprende a falar tudo
Mas fala nada não, só olha, ouve!
Diz muito Bom Dia!...Tenho Saudades...Desculpe-me...Te amo!
Continua guri,
Continua que eu te espero...
Corre então e começa a pensar no seu futuro
Que já é tão presente quanto o passado...
Corre por entre todos
Corre dentro de si mesmo
Ele sente a brisa e se deixa levar
A areia corre sob seus pés
Massageia e entra entre seus dedos pequenos
Ele flutua sobre tudo que é...
Fica sempre assim guri, fica
Seja feliz e pensa em tudo
Pensa no quanto isso é nada, pode ser nada
Brinca com a vida, esse não é um jogo só pra um!
Leva tudo que encontar no caminho
Cada cor de vento, cada cheiro de tempo
Entra sempre em você e se descobre
Mas não esquece que você se encontrará mais nos outros...
Ihh essa é uma longa história
E pena, só você pode descobrir.
Aprende a falar tudo
Mas fala nada não, só olha, ouve!
Diz muito Bom Dia!...Tenho Saudades...Desculpe-me...Te amo!
Continua guri,
Continua que eu te espero...
sábado, 26 de agosto de 2006
Saudade
Eu poderia dizer um bocado de coisas
Mas não posso
não posso por que não as conheço.
O que eu conheço é tão pouco
Mal encheria uma página.
Eu só sei que tenho saudades
E o que é que a saudade não é capaz de fazer?
A saudade, irmã íntima do amor
Tão poderosa quanto, é capaz das piores maldades
Eu a tenho comigo.
Dorme ao meu lado todos os dias, a saudade.
Na rua, segura minha mão e no cinema
Cochicha palavras no meu ouvido, baixinho.
Posso ouvir os seus suspiros, errepiam-me
Aceleram meu coração, congelam minhas mãos.
Ela não quer ir embora; não consigo mandá-la
Já te procurei e você sabe que esta é a única
Sim, a única forma de que disponho para me livrar...
Sabes que você e ela não podem estar no mesmo lugar
É contra a ciência!!!
Assim, com esta presença ao meu lado
Não posso, não consigo, não me deixo
Conhecer as coisas
E então eu poderia dizer um bocado de coisas
Mas não posso
não posso por que não me deixas.
Mas não posso
não posso por que não as conheço.
O que eu conheço é tão pouco
Mal encheria uma página.
Eu só sei que tenho saudades
E o que é que a saudade não é capaz de fazer?
A saudade, irmã íntima do amor
Tão poderosa quanto, é capaz das piores maldades
Eu a tenho comigo.
Dorme ao meu lado todos os dias, a saudade.
Na rua, segura minha mão e no cinema
Cochicha palavras no meu ouvido, baixinho.
Posso ouvir os seus suspiros, errepiam-me
Aceleram meu coração, congelam minhas mãos.
Ela não quer ir embora; não consigo mandá-la
Já te procurei e você sabe que esta é a única
Sim, a única forma de que disponho para me livrar...
Sabes que você e ela não podem estar no mesmo lugar
É contra a ciência!!!
Assim, com esta presença ao meu lado
Não posso, não consigo, não me deixo
Conhecer as coisas
E então eu poderia dizer um bocado de coisas
Mas não posso
não posso por que não me deixas.
Folhas
As folhas caiam
Elas caem sempre
Querem cair e caem.
E então novas folhas surgem
Para que um dia queiram cair
Então elas também caem.
Eu queria ser uma folha
E poder querer cair
Sem precisar ficar triste
Sem que me vejam como único
Queria poder ser substituido
Por alguma folha melhor, mais verde!
Queria poder no outono cair...
Ser naqueles segundos infinitos livre
Ver que valeu a pena viver
Só para ter aqueles sgundos
Enquanto viajo entre meu velho galho
E meu novo chão
Seria então: Livre!
Elas caem sempre
Querem cair e caem.
E então novas folhas surgem
Para que um dia queiram cair
Então elas também caem.
Eu queria ser uma folha
E poder querer cair
Sem precisar ficar triste
Sem que me vejam como único
Queria poder ser substituido
Por alguma folha melhor, mais verde!
Queria poder no outono cair...
Ser naqueles segundos infinitos livre
Ver que valeu a pena viver
Só para ter aqueles sgundos
Enquanto viajo entre meu velho galho
E meu novo chão
Seria então: Livre!
sábado, 12 de agosto de 2006
Pétalas amarelas, palavras negras...
As pétalas amarelas que te dei
Um dia foram, hoje são, amanhã...
Escritas sobre elas, palavras negras
Como os fios que se embaraçam em meu coração
Todos eles soando triste, cada um uma canção.
Me fazendo escrever versos...
Todos negros
Em pétalas amarelas, douradas, ilusão.
Eu só queria era
Continuar dilatando minhas pupilas
No escuro dos teus cabelos
No profundo dos teus olhos
No mistério do teu ser!
Eu queria era me deixar queimar pela febre que me causaste
Mas só pra te ter mais perto
Pra te ter cuidando de mim...
Não quero essa dor se não tenho a ti
Causaste o mal e foste embora
Nem se quer me curou, muito menos me matou...
Me deixou neste estado de meio, metade, de continuação...
De algo que nunca acontecerá...
O que me resta são os versos pobres que escrevo
E quando os escrevo me lembro da miséria de amar
E da furiosa seringa da paixão...
Me lembro de ser um ser humano como todos
E de ser vítima desse mal impertinente
Dessa droga que não sara, só se esconde dentro, dentro de não sei onde
E que nos consome a mente, tira a razão, dúbia...
Obscura, ahhh arte da trevas...
Obrigado por me fazer ver que sou o mesmo pó
Que vim da mesma merda que todos...
Oh que felicidade, oh que novidade,
Sou a porra de um Humano miserável heheheheh!
Um dia foram, hoje são, amanhã...
Escritas sobre elas, palavras negras
Como os fios que se embaraçam em meu coração
Todos eles soando triste, cada um uma canção.
Me fazendo escrever versos...
Todos negros
Em pétalas amarelas, douradas, ilusão.
Eu só queria era
Continuar dilatando minhas pupilas
No escuro dos teus cabelos
No profundo dos teus olhos
No mistério do teu ser!
Eu queria era me deixar queimar pela febre que me causaste
Mas só pra te ter mais perto
Pra te ter cuidando de mim...
Não quero essa dor se não tenho a ti
Causaste o mal e foste embora
Nem se quer me curou, muito menos me matou...
Me deixou neste estado de meio, metade, de continuação...
De algo que nunca acontecerá...
O que me resta são os versos pobres que escrevo
E quando os escrevo me lembro da miséria de amar
E da furiosa seringa da paixão...
Me lembro de ser um ser humano como todos
E de ser vítima desse mal impertinente
Dessa droga que não sara, só se esconde dentro, dentro de não sei onde
E que nos consome a mente, tira a razão, dúbia...
Obscura, ahhh arte da trevas...
Obrigado por me fazer ver que sou o mesmo pó
Que vim da mesma merda que todos...
Oh que felicidade, oh que novidade,
Sou a porra de um Humano miserável heheheheh!
Assinar:
Postagens (Atom)