Como pode? A barriga sempre começa a roncar nos momentos mais inoportunos! E é só disso que consigo lembrar as vezes...de como a coisa qualquer que comi enquanto só queria estar só, ou queria não existir, ou queria poder mudar as coisas com um toque de mágica, ou queria ficar congelado naquele momento pra sempre, ou queria pular de alegria sem parar até que as pernas se desgrudassem do meu corpo e eu criasse assas era ruim ou boa...e quando era muito boa, ou muito ruim, faz doer depois não a barriga, mas a cabeça por causa do contraste que tem com aquele dilema...
As coisas insistem em acontecer com esse padrão, e de vez em sempre é tão super irritante!
Aí nunca dá pra aproveitar nada direito, dá?
Quero conseguir isolar essas coisas, e que cada uma aconteça no seu tempo, ora essa...acho que ninguém nunca falou de forma dura, por isso que é sempre essa bagunça...
Quero conseguir me deslocar no espaço e sentir aquela agradável brisa cósmica sem ter que ficar enfiando o dedo no olho depois pra tirar um pequeno cometa infeliz!
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
domingo, 9 de setembro de 2007
Nova interface...mudança 1.598.365
Sim!!!!!!!
Então, sobre muitas coisas estão muitas outras hehehe
A tarde de hoje foi tão pouco produtiva do ponto de vista capital ou até mesmo intelectual...mas ela foi tão importante! Ela me conduzio a uma noite muito renovadora!
Entre espasmos e falta de atenção, tiques nervosos e muita chatísse um breve momento; senti-me novo...e ainda me sinto...aí lembro de que sempre mudamos, sempre, sempre...
Aí, transformam-se esperanças, alegrias, vontades e até sonhos ganham cores diferentes.
Torço para que certas coisas a partir de agora fiquem cada vez melhores, claro, por que a ideia de que pararão de mudar é ridícula...mas que mudem de uma forma boa, você me entende? E que outros mecanismos funcionem, ou funcionem melhor nessa nova configuração de coisas.
Yupi!
Então, sobre muitas coisas estão muitas outras hehehe
A tarde de hoje foi tão pouco produtiva do ponto de vista capital ou até mesmo intelectual...mas ela foi tão importante! Ela me conduzio a uma noite muito renovadora!
Entre espasmos e falta de atenção, tiques nervosos e muita chatísse um breve momento; senti-me novo...e ainda me sinto...aí lembro de que sempre mudamos, sempre, sempre...
Aí, transformam-se esperanças, alegrias, vontades e até sonhos ganham cores diferentes.
Torço para que certas coisas a partir de agora fiquem cada vez melhores, claro, por que a ideia de que pararão de mudar é ridícula...mas que mudem de uma forma boa, você me entende? E que outros mecanismos funcionem, ou funcionem melhor nessa nova configuração de coisas.
Yupi!
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
Pessoa desmemoriada
Cheguei naquele lugar maravilhoso! Sim, maravilhoso porque me ajudou muitas vezes a esquecer problemas e pensar em outros muito menos desagradáveis.
A Biblioteca Central não poderia ser mais agradável...conversei com algumas pessoas, me lembrei que já tinha lido todos os textos que precisava ler (ou que pelo menos eu tinha as xerox) e que também já tinha feito todos os exercícios propostos. Aqui poderia abrir um parênteses só para dizer que era o quarto dia de aula, só tinha um texto pra ler e um exercício para fazer.
No fim de um momento de sono em alguma das cadeiras da biblioteca acabei por lembrar que uma das minhas professoras havia passado a leitura de um texto cujo livro provavelmente tinha na biblioteca. Fui atrás do livro e o achei. Resolvi tomá-lo emprestado e fui para a fila. Fiquei um século esperando enquanto pessoas fingiam trabalhar...olhei impaciente no relógio e vi que tinha dado a hora da minha aula...larguei o livro e corri para não chegar atrasado.
O professor desfilou e se exibiu na sala como um modelo pronto para uma série de fotos sensuais. Depois daquela aula outra se seguiu e somente depois desta segunda pude voltar a biblioteca...catei o livro o mais rápido que pude e entrei na fila para novamente olhar pessoas que fingiam trabalhar. Com a demora, a impaciência compartilhada pelas pessoas na fila as torna amigas, e assim comecei a conversar com duas garotas que estavam na minha frente. Acabei descobrindo que uma delas conhecia uma menina que eu conhecia também. Por fim elas pegaram o livro delas e eu o meu...saí de lá para comer algo. Já escurecia. Na lanchonete encontrei a garota da biblioteca com a menina que eu conhecia. Perguntei a menina: Nossa, você faz matéria a noite também? Aí ela disse: Eu já te falei isso umas quatro vezes...faço latim 1!
Fiquei com a cara no chão. ´´Eita, desculpa, é que tenho memoria de peixe´´.
Isso tudo foi só pra dizer que sou uma pessoa desmemoriada!
(Desculpe-me por ter feito você jogar minutos preciosos no lixo lendo isso...se é que alguém vai um dia ler isso....)
A Biblioteca Central não poderia ser mais agradável...conversei com algumas pessoas, me lembrei que já tinha lido todos os textos que precisava ler (ou que pelo menos eu tinha as xerox) e que também já tinha feito todos os exercícios propostos. Aqui poderia abrir um parênteses só para dizer que era o quarto dia de aula, só tinha um texto pra ler e um exercício para fazer.
No fim de um momento de sono em alguma das cadeiras da biblioteca acabei por lembrar que uma das minhas professoras havia passado a leitura de um texto cujo livro provavelmente tinha na biblioteca. Fui atrás do livro e o achei. Resolvi tomá-lo emprestado e fui para a fila. Fiquei um século esperando enquanto pessoas fingiam trabalhar...olhei impaciente no relógio e vi que tinha dado a hora da minha aula...larguei o livro e corri para não chegar atrasado.
O professor desfilou e se exibiu na sala como um modelo pronto para uma série de fotos sensuais. Depois daquela aula outra se seguiu e somente depois desta segunda pude voltar a biblioteca...catei o livro o mais rápido que pude e entrei na fila para novamente olhar pessoas que fingiam trabalhar. Com a demora, a impaciência compartilhada pelas pessoas na fila as torna amigas, e assim comecei a conversar com duas garotas que estavam na minha frente. Acabei descobrindo que uma delas conhecia uma menina que eu conhecia também. Por fim elas pegaram o livro delas e eu o meu...saí de lá para comer algo. Já escurecia. Na lanchonete encontrei a garota da biblioteca com a menina que eu conhecia. Perguntei a menina: Nossa, você faz matéria a noite também? Aí ela disse: Eu já te falei isso umas quatro vezes...faço latim 1!
Fiquei com a cara no chão. ´´Eita, desculpa, é que tenho memoria de peixe´´.
Isso tudo foi só pra dizer que sou uma pessoa desmemoriada!
(Desculpe-me por ter feito você jogar minutos preciosos no lixo lendo isso...se é que alguém vai um dia ler isso....)
sábado, 1 de setembro de 2007
Vazio
O que há de se pensar agora
com todos esses tempos, relógios
vazios que não vão embora?
Por que as coisas não pedem uma razão
por que em algumas situações
jamais posso dizer não.
O jornal ja se conformou a muito tempo
agora ele já vem com a cor do dia
todo cinzento.
Até os livros agora fazem greve
Seu conteúdo já não pode mais ser revelado
As paginas cortam, as letras se embaralham.
com todos esses tempos, relógios
vazios que não vão embora?
Por que as coisas não pedem uma razão
por que em algumas situações
jamais posso dizer não.
O jornal ja se conformou a muito tempo
agora ele já vem com a cor do dia
todo cinzento.
Até os livros agora fazem greve
Seu conteúdo já não pode mais ser revelado
As paginas cortam, as letras se embaralham.
terça-feira, 21 de agosto de 2007
Close
Ainda sinto os teus cabelos
Correm entre meus dedos
Que a tua nuca acariciam
Tão solitários os meus dedos...
Tão areia os teus cabelos....
Escorrendo entre cada linha
Entre cada veia, entre cada sina
Entre meu desejo de não desgrudar mais
A minha boca da sua.
Tua boca é outro elemento
jamais areia...Oásis!
Correm entre meus dedos
Que a tua nuca acariciam
Tão solitários os meus dedos...
Tão areia os teus cabelos....
Escorrendo entre cada linha
Entre cada veia, entre cada sina
Entre meu desejo de não desgrudar mais
A minha boca da sua.
Tua boca é outro elemento
jamais areia...Oásis!
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
ZZZzzzzZzzZzzzzzzZzzZZZZZzzzzzZZzzzzZZzzZz
Não poderia falar muita coisa sobre coisa alguma sendo eu o Mister Tédio, ou se preferir, Dom Faz Nada I.
O que é de costume sair dessa macabeça (que começo a me perguntar se não é de papelão) são idéias de sonhos (reparem bem, idéias e não sonhos propriamente ditos), pensamentos ingênuos, sons malucos e esquizofrenicos, suspiros de genialidade e alguma coisa lembrando um gatinho otimista que sempre acha que vai ter uma tigela de leite esperando atrás da terceira porta a direita do banheiro.
Infelizmente na madrugada de hoje (pois agora são 2:24 da madruga) e por esses dias rodeiam minha macabeça mosquitos nada interessantes. Imagine que essas pequenas criaturas de pouca vida (embora periodicamente presentes) conseguiram tirar daqui de dentro coisas que me são um tanto valiosas, não pelo seu valor material mas sabe, sentimental ( sou meio besta com essas coisas). Passei toda a ultima semana atrás desse meu felino que custa a aparecer....já ate começo a pensar que foram essas danadinhas que me tiraram o bichano.
Com isso, o que tenho pra dizer, ou melhor, o que se pode ouvir quando se aproxima da minha macabeça, e claro, se presta um pouco de atenção, é o eco ( que tem me parecido interminável) gosmento e ininterrupto de ZzzzZZZzzzZzzZZzzzzZZzzZzZzZ...
Tenho esperado que mais uma vez um velho doutor amigo meu venha me visitar. Ele sempre sabe dar um jeito nessas loucuras que acontecem com pessoas como eu, pessoas com baixa imunidade neural. As vezes ele sara por completo, outras ele troca uma doença por outra um pouco menos desagradável...tem vezes que ele até consegue combater uma doença com outra que estava escondida, mas uma coisa é certa: O Doutor T. Ime sempre resolve os problemas do seu jeito. Pena que não dá pra saber quanto tempo ele demora a vir ou quanto tempo o tratamento durará.
Até lá, não sei se eu posso ou você pode esperar muito de mim...até lá posso não me reconhecer em frente ao espelho, posso não te reconhecer se me cumprimentar, posso me mostrar amigo demais ou um inimigo surpresa.
Então pessoal, é o seguinte, até eu conseguir o meu bichano de volta, tenham paciência!
O que é de costume sair dessa macabeça (que começo a me perguntar se não é de papelão) são idéias de sonhos (reparem bem, idéias e não sonhos propriamente ditos), pensamentos ingênuos, sons malucos e esquizofrenicos, suspiros de genialidade e alguma coisa lembrando um gatinho otimista que sempre acha que vai ter uma tigela de leite esperando atrás da terceira porta a direita do banheiro.
Infelizmente na madrugada de hoje (pois agora são 2:24 da madruga) e por esses dias rodeiam minha macabeça mosquitos nada interessantes. Imagine que essas pequenas criaturas de pouca vida (embora periodicamente presentes) conseguiram tirar daqui de dentro coisas que me são um tanto valiosas, não pelo seu valor material mas sabe, sentimental ( sou meio besta com essas coisas). Passei toda a ultima semana atrás desse meu felino que custa a aparecer....já ate começo a pensar que foram essas danadinhas que me tiraram o bichano.
Com isso, o que tenho pra dizer, ou melhor, o que se pode ouvir quando se aproxima da minha macabeça, e claro, se presta um pouco de atenção, é o eco ( que tem me parecido interminável) gosmento e ininterrupto de ZzzzZZZzzzZzzZZzzzzZZzzZzZzZ...
Tenho esperado que mais uma vez um velho doutor amigo meu venha me visitar. Ele sempre sabe dar um jeito nessas loucuras que acontecem com pessoas como eu, pessoas com baixa imunidade neural. As vezes ele sara por completo, outras ele troca uma doença por outra um pouco menos desagradável...tem vezes que ele até consegue combater uma doença com outra que estava escondida, mas uma coisa é certa: O Doutor T. Ime sempre resolve os problemas do seu jeito. Pena que não dá pra saber quanto tempo ele demora a vir ou quanto tempo o tratamento durará.
Até lá, não sei se eu posso ou você pode esperar muito de mim...até lá posso não me reconhecer em frente ao espelho, posso não te reconhecer se me cumprimentar, posso me mostrar amigo demais ou um inimigo surpresa.
Então pessoal, é o seguinte, até eu conseguir o meu bichano de volta, tenham paciência!
Windows Vista!
É de versos e reversos
Que tenho escrito meus pensamentos
Todos viajantes clandestinos nessa minha cabeça fraca.
Chamas laranjas lânguidas lambem o que me resta
E todas as minhas melhores intenções egoístas se esgotam
Nesse sensual ritual de tortura sequênciada.
Tenho firmes em meus seios a carga viril de mil sonhos
Mas cada um deles falha, impotentizam-me
Vocês me olham sem olhar seus olhares mais justamente sórdidos.
É enquanto me debato contra essa janela da salvação
Que todas as minhas astúcias se esvaem num som rancoroso e mórbido
É enquanto me viro pra pegar minha bagagem
Que caio de boca nessa imensa lata de lixo, boca felina
É enquanto tento encaixar meu globos oculares
Que deixo esfarelar meu coração por entre essas costelas magras...
Que tenho escrito meus pensamentos
Todos viajantes clandestinos nessa minha cabeça fraca.
Chamas laranjas lânguidas lambem o que me resta
E todas as minhas melhores intenções egoístas se esgotam
Nesse sensual ritual de tortura sequênciada.
Tenho firmes em meus seios a carga viril de mil sonhos
Mas cada um deles falha, impotentizam-me
Vocês me olham sem olhar seus olhares mais justamente sórdidos.
É enquanto me debato contra essa janela da salvação
Que todas as minhas astúcias se esvaem num som rancoroso e mórbido
É enquanto me viro pra pegar minha bagagem
Que caio de boca nessa imensa lata de lixo, boca felina
É enquanto tento encaixar meu globos oculares
Que deixo esfarelar meu coração por entre essas costelas magras...
domingo, 1 de julho de 2007
Eu ja cansei de me perguntar
Milhões de vezes fiz perguntas ao vento
Perguntei aos céus e nada descobri
Perguntava por onde e quando entrastes nesse mundo
Tú que és a estrela que mais ilumina!
Como pode ter tão certas suas decisões
Como pode me surpreender sempre e me fazer tão feliz?
Como consegue me fazer esquecer coisas só pensando em você
Que se torna mais importante?
Deixo de ser ator...faço meu melhor papel....o de mim mesmo
Você me descobriu...me ajuda a relembrar minhas falas?
Milhões de vezes fiz perguntas ao vento
Perguntei aos céus e nada descobri
Perguntava por onde e quando entrastes nesse mundo
Tú que és a estrela que mais ilumina!
Como pode ter tão certas suas decisões
Como pode me surpreender sempre e me fazer tão feliz?
Como consegue me fazer esquecer coisas só pensando em você
Que se torna mais importante?
Deixo de ser ator...faço meu melhor papel....o de mim mesmo
Você me descobriu...me ajuda a relembrar minhas falas?
sexta-feira, 22 de junho de 2007
O que dizer?
Então, não fazia idéia de quanto tempo não postava nada aqui, só me dei conta quando loguei e vi a mensagenzinha dizendo que o ultimo post datava do mes 1, pode?
Não sei nem o que dizer, só sei que tenho andado muito fora...não, não é nada disso...não tenho viajado o mundo inteiro conhecendo novas culturas e pessoas não (quem me dera!). Tenho andado bastate fora do que um dia pensei ser Eu Mesmo. Ai vc ja viu né? Pensamentos voando pra todo lado, dores em medidas homeopáticas, rachaduras e remendos em partes importantes do meu sistema homo sapiens e no fim, muita fumaça (cuidado, onde há fumaça, há fogo! - - hehe e é mesmo, estou numa nova versão, a tal da Pirofágica!).
Aí andei pensando que, colocar alguma coisa aqui, pra se acaso alguém um dia errar um endereço de um site japa, seria legal e as pessoas poderiam constatar que eu ainda não morri! É, por que, uma pessoa que tem um blog e fica mais de 5 meses sem postar nada só pode estar morta ou criou um sério disturbio cerebral, mas enfim....I´m still here!
Seeya!!!
Não sei nem o que dizer, só sei que tenho andado muito fora...não, não é nada disso...não tenho viajado o mundo inteiro conhecendo novas culturas e pessoas não (quem me dera!). Tenho andado bastate fora do que um dia pensei ser Eu Mesmo. Ai vc ja viu né? Pensamentos voando pra todo lado, dores em medidas homeopáticas, rachaduras e remendos em partes importantes do meu sistema homo sapiens e no fim, muita fumaça (cuidado, onde há fumaça, há fogo! - - hehe e é mesmo, estou numa nova versão, a tal da Pirofágica!).
Aí andei pensando que, colocar alguma coisa aqui, pra se acaso alguém um dia errar um endereço de um site japa, seria legal e as pessoas poderiam constatar que eu ainda não morri! É, por que, uma pessoa que tem um blog e fica mais de 5 meses sem postar nada só pode estar morta ou criou um sério disturbio cerebral, mas enfim....I´m still here!
Seeya!!!
quinta-feira, 25 de janeiro de 2007
You´ll never belong there again...
Total não-pertencimento
Esse era o sentimento.
Coisas por fazer
Olheiras, um ensaio de lágrima nos olhos
E um passado cheio de coisas boas
Que faziam com que o presente fosse o mais desagradável...
A dor de não fazer mais parte não poderia ser mais real
Toda a felicidade vivida jamais poderia ser mais ausente
E enquantos os fios de cabelo caiam
Todo um sistema se esvaia com eles
Um pouquinho em cada fio...
A lua sempre vai nos surpreender aparecendo um pouco antes da luz do sol nos deixar
Ela jamais perdeu as esperanças de um dia reencontrar luã
Até aí o passado castiga
Enchendo-lhe o brilho de crateras...
Ele nunca nos deixará livres para voltar
Por que não somos os mesmos...não aqueles...
Hoje sou o corpo morto de meu vívido passado.
É a mim que os vermes devoram.
Átila (no mundo da Lua e de Luã)
Esse era o sentimento.
Coisas por fazer
Olheiras, um ensaio de lágrima nos olhos
E um passado cheio de coisas boas
Que faziam com que o presente fosse o mais desagradável...
A dor de não fazer mais parte não poderia ser mais real
Toda a felicidade vivida jamais poderia ser mais ausente
E enquantos os fios de cabelo caiam
Todo um sistema se esvaia com eles
Um pouquinho em cada fio...
A lua sempre vai nos surpreender aparecendo um pouco antes da luz do sol nos deixar
Ela jamais perdeu as esperanças de um dia reencontrar luã
Até aí o passado castiga
Enchendo-lhe o brilho de crateras...
Ele nunca nos deixará livres para voltar
Por que não somos os mesmos...não aqueles...
Hoje sou o corpo morto de meu vívido passado.
É a mim que os vermes devoram.
Átila (no mundo da Lua e de Luã)
sexta-feira, 15 de dezembro de 2006
Chapter 1
As mãos se encontraram no exato momento em que a estrela cadente foi percebida, desenhando no céu com sua luz mágica. Para aqueles dois, que nunca haviam se visto antes, a noite estava linda, serena e tudo não poderia ser mais perfeito.
Nenhuma palavra poderia expressar coisa alguma... só sua postura, de ter os olhos vidrados no céu refletindo o brilho das estrelas era suficiente.
Será que eu poderia fazer um pedido agora? É, tem que ser agora...mas quantas pessoas também viram essa estrela cadente e fizeram um pedido? Ah, isso não importa, afinal, é uma estrela cadente, deve ter poder suficiente para realizar milhares de desejos...será que poderá realizar o meu?
Então esse é o meu desejo: Quero que esse cara seja simplesmente feliz!
Nenhuma palavra poderia expressar coisa alguma... só sua postura, de ter os olhos vidrados no céu refletindo o brilho das estrelas era suficiente.
Será que eu poderia fazer um pedido agora? É, tem que ser agora...mas quantas pessoas também viram essa estrela cadente e fizeram um pedido? Ah, isso não importa, afinal, é uma estrela cadente, deve ter poder suficiente para realizar milhares de desejos...será que poderá realizar o meu?
Então esse é o meu desejo: Quero que esse cara seja simplesmente feliz!
quarta-feira, 13 de dezembro de 2006
Do I?
O QUE PRECISAMOS É QUE ALGUÉM PRECISE DE NÓS!
No nosso intimo ansiamos por esse poder de TER um dependente e nunca ser UM! Saber que aquela outra vida é, em parte, nossa propriedade (pois não existiria sem nós) é o que vai conduzir de forma plástica e flexivel a nossa jornada. Até quem não tem nenhum dependente, depende de si mesmo e se explora. E quando esse dependente se deixa, aquele que detem tal poder o explora e se sente satisfeito por poder ou não decidir qualquer coisa que seja na vida do outro e ver como o outro segue como um cãozinho bobo. Nesse ponto já é facil identificar que quem realmente depende é quem tem dependentes...nunca conseguiria viver sem eles... Nesse lance todo não dá pra dizer quem é e quem não é, qual a sociedade que tem o maior percentual de um ou de outro e etc...Todos somos, ninguém escapa! Me responda só uma coisa: De quantos você depende e quantos dependem de você? Pensar e constatar isso meu amigo, pode, inevitavelmente, te fazer uma pessoa mais feliz ou miserável. Pense nisto, ou melhor, faça seus dependentes não pensarem!
segunda-feira, 20 de novembro de 2006
Ei...!
Não limpe do seu rosto as lágrimas...
Eu farei isso por você!
Era assim que eu queria ficar
Por toda a minha vida...
Ao seu lado sempre e a qualquer custo
E mesmo que você peça para que eu me vá
Eu sempre estaria aqui, ali, só pra te entender
Te compreender quando ninguém...
Isso tudo por que você é muito
Você é tanto assim que eu não posso mostrar
Simplesmente abrindo meus braços e meu coração...
Um tanto bem grande da magia
Um punhado bem brilhante de estrelas
Uma década inteira de manhãs claras
Com o céu mais sorridente, com a brisa mais carente
Do calor dos nossos rostos e da seda de teus cabelos
É isso e muito mais que explica meus sentimentos
Então nunca me peça pra partir meu mel
Não, não baby, você é mesmo que não saiba
E não é culpa sua, nem minha
Mas você conseguiu me fazer parar no tempo
E olhar este céu que jamais será mais estrelado.
Não me culpe por me apaixonar pelo que a vida pode oferecer de bom
Por ver significado para tudo o que só era rascunho
Não há culpa para quem acha o motivo!
Você é o meu motivo...
Você é o meu milagre...o que crusou meu caminho
E não poderia ser mais perfeito...nem um acidente, nem um encontro inexperado num parque ou a coincidência de sentarmos um ao lado do outro no metrô ou na aula de japonês poderia ter feito tal fasanha....então, meu mel, o que você me diz...
Posso continuar sendo o teu eterno adorador, amante, companheiro, quarda-costas, amigo, palhaço e malabrista, seu trovador, ombro e guarda-chuva, massagista, trevasseiro, pai e chocolate, seu romance preferido, sua melhor musica, seu violino, a sua fantasia mais íntima, a sua recordação mais doce... posso ser seu?
Eu farei isso por você!
Era assim que eu queria ficar
Por toda a minha vida...
Ao seu lado sempre e a qualquer custo
E mesmo que você peça para que eu me vá
Eu sempre estaria aqui, ali, só pra te entender
Te compreender quando ninguém...
Isso tudo por que você é muito
Você é tanto assim que eu não posso mostrar
Simplesmente abrindo meus braços e meu coração...
Um tanto bem grande da magia
Um punhado bem brilhante de estrelas
Uma década inteira de manhãs claras
Com o céu mais sorridente, com a brisa mais carente
Do calor dos nossos rostos e da seda de teus cabelos
É isso e muito mais que explica meus sentimentos
Então nunca me peça pra partir meu mel
Não, não baby, você é mesmo que não saiba
E não é culpa sua, nem minha
Mas você conseguiu me fazer parar no tempo
E olhar este céu que jamais será mais estrelado.
Não me culpe por me apaixonar pelo que a vida pode oferecer de bom
Por ver significado para tudo o que só era rascunho
Não há culpa para quem acha o motivo!
Você é o meu motivo...
Você é o meu milagre...o que crusou meu caminho
E não poderia ser mais perfeito...nem um acidente, nem um encontro inexperado num parque ou a coincidência de sentarmos um ao lado do outro no metrô ou na aula de japonês poderia ter feito tal fasanha....então, meu mel, o que você me diz...
Posso continuar sendo o teu eterno adorador, amante, companheiro, quarda-costas, amigo, palhaço e malabrista, seu trovador, ombro e guarda-chuva, massagista, trevasseiro, pai e chocolate, seu romance preferido, sua melhor musica, seu violino, a sua fantasia mais íntima, a sua recordação mais doce... posso ser seu?
sexta-feira, 27 de outubro de 2006
Dilatado

Tudo sempre assim
E é bem assim que deve ser
Tem que ficar pra sempre...
Eu sei por que eu descobri
Descobri cada passo seu
No escuro dilatei minha pupila
Podia sentir teu cheiro
Seus medos debaixo da escada...
E você sempre me anganando
E ainda acha que me engana
Eu descobri desde quando você pensava em querer
Deixei por que você se embeleza pra mentir...
só pra me enganar
Quem é você, farçante...?
Cuidado, posso não gostar quando você parar de mentir!
quinta-feira, 7 de setembro de 2006
Roda da Fortuna
E a vida começa a girar cada vez mais devagar como se a máquina centrifugadora estivesse perdendo a sua força, ou simplesmente dando uma pausa, relaxando. Na mesma intensidade inversamente proporcional começa a aumentar na cabeça uma série de espasmos que cambaleiam os objetos de um lado à outro do juizo, do que é gosto... balanaçando-os tanto que começam a gotejar. Gotejam toda sorte de arte, toda sorte de astúcia e malícia e, por mais incrível que pareça, um tanto de coração e saudade encrustada em cada gota de coisa, fazendo-as um pouco mais sãns do que parecem ser.
Por fora de toda essa tempestade desertica que se estende dentro deste infinito submerso de sensações, um corpo segura forte para não cair e ir sempre olhando para o alto. Brinca como quando criança de vendar os olhos e sentir as coisas com as mãos, seu sexo. Ah mas como criança, não deixa de espiar pelas frestas da venda e se machuca tentando e se afogando em coisas que aparecem, só aparentam, mas o corpo quer, tem sede dessas coisas, precisa das cores em si.
Outra coisa estranha acontece então. Indo contra todo o sistema de sorte do nosso mundo parasito-humanoide, contra toda a lógica reversa sob a qual as vidas são regidas (como numa ópera sinistra) tudo que é dito e por mais de vezes comprovado Ruim não vem... o corpo pede e chama por todos esses morangos quase marcianos de tão vermelhos, pedem que os queime em seu ácido a ainda assim não acontece!!!
Nada disso se entende, tudo se contradiz e todo mundo desconfia, mas ninguém sabe, todos vêem mas olham tão pasmos que a vida parece estar parando. Mas não está, ela está cada vez mais rápida, girando tão intensamente quanto as Rodas dessa nossa Fortuna. Só saberemos o quão rápido estamos se mais rápido formos.
Este corpo então fica inerte, pega aqui pega acolá e nada sente. Ouve a prenuncia de algo que está por vir e se pergunta e pergunta aos ventos e a quem não quer ouvir o que é.
O que é? Como, pra que, será?
As respostas chegam em quadros, ladrilhos e vitrais. Nenhuma delas faz sentido, nenhuma tinha a intenção de fazer. Não; Agora!
Por fora de toda essa tempestade desertica que se estende dentro deste infinito submerso de sensações, um corpo segura forte para não cair e ir sempre olhando para o alto. Brinca como quando criança de vendar os olhos e sentir as coisas com as mãos, seu sexo. Ah mas como criança, não deixa de espiar pelas frestas da venda e se machuca tentando e se afogando em coisas que aparecem, só aparentam, mas o corpo quer, tem sede dessas coisas, precisa das cores em si.
Outra coisa estranha acontece então. Indo contra todo o sistema de sorte do nosso mundo parasito-humanoide, contra toda a lógica reversa sob a qual as vidas são regidas (como numa ópera sinistra) tudo que é dito e por mais de vezes comprovado Ruim não vem... o corpo pede e chama por todos esses morangos quase marcianos de tão vermelhos, pedem que os queime em seu ácido a ainda assim não acontece!!!
Nada disso se entende, tudo se contradiz e todo mundo desconfia, mas ninguém sabe, todos vêem mas olham tão pasmos que a vida parece estar parando. Mas não está, ela está cada vez mais rápida, girando tão intensamente quanto as Rodas dessa nossa Fortuna. Só saberemos o quão rápido estamos se mais rápido formos.
Este corpo então fica inerte, pega aqui pega acolá e nada sente. Ouve a prenuncia de algo que está por vir e se pergunta e pergunta aos ventos e a quem não quer ouvir o que é.
O que é? Como, pra que, será?
As respostas chegam em quadros, ladrilhos e vitrais. Nenhuma delas faz sentido, nenhuma tinha a intenção de fazer. Não; Agora!
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